Sem títuloQuando se sente o vazio das palavras
Agora, sem declamar ao nada
Encantos da lua atordoada
Ouvindo vozes no silêncio
Gritando pesares que há por dentro
De onde se torna um santuário,
Livre mas atormentado
Toda ficção se encontra com a realidade
Onde a mentira acredita na verdade
A caminho de não se sabe para onde
Vive o homem
Apenas um palco iluminado
Onde crianças choram ao final do espetáculo
Escorre apenas uma lágrima
Que não significa nada
Pois as verdadeiras lágrimas
São aquelas que não são derramadas
Gilmara Gabriella



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